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  • domingo, 15 de maio de 2011

    Georgia Brown "A Maior Voz do Mundo em Extensão"


    Georgia Brown é uma mulher que encanta: com seus cabelos vermelhos, sua grande simpatia e, principalmente, uma grande extensão vocal (que está fora de nosso campo de audição, podendo ser captada apenas por medidores de frequência - raridade vocal presente no Guiness Book com maior extensão e nota mais aguda de oito oitavas), e não somente a mim, mas também ao Jô Soares, Hebe Camargo, Luciana Gimenez, entre muitos que já encontraram com essa voz que realmente faz com que todos fiquem com suas bocas abertas. E é por isso, que Georgia Brown nascida em Nápoli, Itália, com o nome de Rossana Monti se tornou uma cantora muito venerada.

    Seu single "Love 4 Real" permaneceu muito tempo nas paradas de sucesso, tocado nas melhores boates.

    A cantora teve participação marcante na Parada GLBT Rio de Janeiro 2010.



    Diria pra vocês, se acaso não conhecem a incrível cantora, assistam-na no programa do Jô, no da Hebe, do da Luciana Gimenez, enfim, vale muito a pena conferir as obras e a extensão de voz dessa mulher. Vídeo extremamente indicado:







    Georgia Brown uma mulher guerreira que saiu das garras de seu marido no qual foi casada durante 10 anos, que tentou matá-la, que a mantinha em cárcere privado, a torturava, inclusive antes dos shows. Em entrevista ao SuperPop, programa de Luciana Gimenez, ela expôs seu drama (com humor, inacreditavelmente) superado após a prisão e suicídio do mesmo.

    Esse post não é pra falar da psicopatia ou do sofrimento das mulheres agredidas, mas devo dizer que isso fez parte da história dessa cantora ítalo-brasileiro que nós devemos ter orgulho. Tenho uma tia que fugiu do marido que a manteve também em cárcere privado, fugiu do marido que lhe roubou conquistas de anos, fugiu do marido que a espancou, hoje, ele é um dos maiores médicos do Brasil, um homem 'podre' de rico ( ou melhor, podre), com família constituída (Deus sabe como). E ela? Uma mulher perseguida, uma mulher que nem os familiares sabem onde se encontra, me pergunto: Será que está viva? E se está, está bem? Passando fome? Enfim... drama de muitas mulheres do Brasil e do mundo.

    Se você sofre agressão procure a Delegacia da Mulher.


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    quarta-feira, 9 de março de 2011

    Teatro Atual x Teatro de Revista


    O Brasil foi inundado por espetáculos musicais, nos teatros vemos montagens brasileiras de peças apresentadas na Broadway, geralmente traduzidas e montadas exatamente como as originais. Essa onda fez com que a platéia teatral do Rio de Janeiro e São Paulo, principalmente, crescesse. Isso é ótimo, observando por este ângulo.

    Outro gênero que se tornou popular foi a comédia Stand up. Muitos atores aderiram ao rótulo para colocar seus esquetes cômicos.

    Esses gêneros viraram 'populares'. O que os brasileiros não sabem - ou fingem não saber - é que fizeram parte de um gênero que já foi popular a tempos atrás (meados do século XX), no auge do teatro no Brasil, o Teatro de Revista.

    A primeira peça do gênero encenada no Brasil foi "As Surpresas do Sr. José da Piedade", de Justiniano de Figueiredo Novaes. A apresentação aconteceu em 1859, no Teatro Ginásio, no Rio de Janeiro. O teatro de Revista revelou inúmeros talentos como as vedetes, uma delas, a mais conhecida internacionalmente foi Carmen Miranda (cantora luso-brasileira, citada como identidade do Brasil entre 1930 e 1950), teve personalidades importantes como: Dercy Gonçalves, Marly Marley, Carmem Verônica, Wilza Carla, Elvira Pagã, Íris Bruzzi, Leila Diniz, Marília Pêra, Oscarito, Grande Otelo (Othelo), entre outros. Revelou também compositores como Dorival Caymmi e Noel Rosa.

    Dercy Gonçalves, em apresentação.

    O teatro de Revista é derivado dos vaudevilles parisienses, que eram comédias teatrais, acompanhadas de pequenos coros. Os personagens geralmente se envolviam em situações equivocadas que iam evoluindo em seu traço cômico conforme a peça se desenrolava. O autor pouco se aprofundava no aspecto psicológico dos personagens. Ele foi, inclusive chamado de 'teatro rebolado' por conta do uso da exposição da nudez e danças sensuais, esse estilo teatral não tinha texto rígido, ou seja, haviam improvisações constantes de acordo com a atualidade (assim como são construídos os textos do Stand Up). Esse tipo de teatro durou muito pouco, exatos 111 anos, mas foi nesse período que o Brasil construiu sua identidade.



    Um gênero que produziu milhares de peças, centenas de canções e revelou muitas dezenas de escritores, compositores, comediantes, atores e atrizes. Os teatros onde brilharam foram quase todos demolidos.


    O espetáculo não pode parar...
    ...é possível perceber referências à estética do Teatro de Revista na produção cultural brasileira da segunda metade do século 20 até os dias de hoje.


    Teatro - Grandes espetáculos musicais, repletos de dança e sensualidade são derivados do Teatro de Revista em sua última fase, quando as vedetes imprimiam sensualidade ao espetáculo
    . São inspirados nessa fase musicais como Chicago e Não Fuja da Raia, protagonizado pela atriz Cláudia Raia nos anos 90.

    Cinema - O cinema brasileiro dos anos 40 absorveu características do gênero, como os quadros musicais e a sátira política. Foi para onde migraram artistas de destaque, como Grande Otelo e Oscarito, que viriam a ser os astros das chanchadas produzidas pelos estúdios Cinédia e Atlântida.

    Carnaval - Os desfiles de escolas de samba no Carnaval têm em comum com a revista o caráter grandioso, a sensualidade, a estrutura narrativa em forma de quadros (as alas) e as alegorias - personificação lúdica de entidades fantasiosas.

    Televisão - A partir dos anos 70, os artistas do Teatro de Revista e das chanchadas passaram a atuar em programas humorísticos na televisão que mantinham a estrutura cômica dos quadros e os tipos caricatos. Ainda durante muito tempo foi possível ver Grande Otelo, Zezé Macedo e Walter D’Ávila em programas como Escolinha do Professor Raimundo e Zorra Total, da Rede Globo, e A Praça É Nossa, do SBT. Além dos humorísticos, as telenovelas também beberam nessa fonte. É o caso, por exemplo, de Sassaricando, exibida em 1987 pela TV Globo, escrita por Silvio de Abreu e dirigida por Miguel Falabella, Ceil Thiré e Lucas Bueno. A música de abertura, Sassaricando, composta por Candeias e Jota Júnior, fez enorme sucesso como parte da trilha da peça Eu Quero Sassaricar, de Walter Pinto.


    Vamos ao teatro! | Foquemos no brasileiro!


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    terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

    Karla da Silva, A nova voz da Lapa


    Karla da Silva, jovem cantora carioca do bairro de Cascadura - Rio de Janeiro. Desde criança teve contato com a música nas rodas de violão de seu quintal. Karla cresceu ouvindo obras musicais de uma época cheia de preciosidades. Aos seis anos, sua alegria eram os dias em que participava dos ensaios da escola de samba do bairro, a Caprichosos de Pilares, onde seus pais eram diretores de harmonia. Em 2002 ingressou na Escola de Música Villa-Lobos onde estudou violino. Formou-se em Letras, Português - Literaturas, pela Universidade Veiga de Almeida. Estudou canto com a pianista e cantora Vera Gama, grande mestra, e em 2005 recebeu o convite para cantar na Orquestra Popular Brasil de Cara, um grupo, formado em sua maioria por estudantes de música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que mescla ritmos como xote, samba, baião, coco, maracatu e choro numa fusão performática pra lá de brasileira! Com o grupo viveu experiências musicais maravilhosas, ganhou o prêmio de 2ª melhor canção no Festival do Conservatório de Tatuí/SP, em maio de 2007 e 1° lugar no Festival de Música de Piraí/RJ em agosto de 2007. Foi classificada entre os 10 finalistas da 2ª Mostra de Novos Talentos da casa de samba Carioca da Gema em novembro de 2007 e vencedora do Concurso Holofote do Bar da Ladeira em março/2008, ambos na Lapa. Em junho de 2008 foi classificada para a final do Concurso de Calouros do programa Ponto do Samba, na Rádio Nacional, apresentado por Dorina e Ruben Confete, realizada em julho de 2008 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Em Outubro de 2008 participou do concurso internacional Prata da Casa PETROBRAS realizado no Villa Country - São Paulo e dirigido pelo músico e arranjador Ivan Teixeira, concorrendo na categoria “melhor intérprete”, foi analizada por Arnaldo Sacomani, Max de Castro, Lua Lafaiette, Luís Paulo Serafim e Carlos Rennó recebendo o prêmio de 3º lugar. Considerada uma das novas Vozes da Lapa, Karla está as voltas com a produção de seu primeiro cd, esperado para 2010, no qual contará com canções desta nova safra de compositores - além de uma composição da própria cantora.

    Sua proposta é resgatar a poesia das canções, do velho samba, da Bossa Nova, do cancioneiro brasileiro, os batuques, tornar reais as lembranças do antigo quintal.

    "Cantar é a coisa que mais amo fazer na vida e a cada dia cantar toma uma forma maior na minha maneira de lidar com o mundo, com a natureza, com as emoções e as pessoas. Gosto de olhar nos olhos, gosto de ver o riso das pessoas, eu canto pra viver, canto para o mundo, com amor, canto para o coração de cada ser humano, seja quem for." Karla da Silva.

    Em seu primeiro trabalho fonográfico, intitulado "Festejo e Fé", Karla nos apresenta um universo grandioso de sentidos advindos principalmente de nossa "brasilidade" (inclusive com toda a diversidade que esse nome representa), pois "Festejo e Fé" é exatamente isso, representa a própria cultura do brasileiro, muito fincada em grandes festejos, quase sempre advindos de manifestações calcadas na fé. "Festejo e Fé" além de tudo isso é também um convite para dançar junto, celebrar e se emocionar, pois como bem diz a canção homônima de Fred Demarca e
    Marcelo Fedrá:

    "Festa não tem hora prá acabar, reza pra vida durar o que puder, Festejo e fé."

    Karla da Silva se apresentou no dia 25 de janeiro no Espaço cultural da Multifoco, também na Lapa e conta como foi a emoção de mais um show "Festejo e Fé":


    Foi bom demais rever os amigos, fazer novos amigos e perceber o quanto as pessoas respeitam e acreditam nesse trabalho, estão ali com carinho.
    A platéia tava se curtindo, acho que esse show foi um reencontro da tribo também! (risos)
    E ao mesmo tempo uma celebração, um festejo feito com carinho pros que estavm vindo pela primeira vez e serão sempre bem vindos!
    A casa teve lotação esgotada, isso foi chato, e infelizmente alguns amigos não conseguiram entrar...mas breve teremos mais festejos!

    Todos do show saíram entusiasmados e animados, no fim do show a grande maioria foi cumprimentá-la e seus músicos. Entre tantas declarações que soubemos, essa me chamou atenção porque foi exatamente o que eu pensei:

    "Fiquei fascinado pelo seu Show! Foi lindo e emocionante demais! Não foi só beleza para os ouvidos, mas também para os sentidos e, melhor, foi bom para o coração. Já estou ansioso pelo show na Lapinha!
    Um beijão!"
    (Vinícius Rosa Ribeiro - Rio de Janeiro)

    Confira algumas perguntas respondidas pela cantora CLICANDO AQUI.


    Confira o vídeo-release de seu cd "Festejo e fé", realizado pela Caixa Preta Produções Artísticas (Contatos abaixo):





    Show "Festejo e Fé"

    Local: Lapinha (Mem de Sá, 82 - Lapa), às 21:30 . Valor: 12,00
    Ligue para reservar sua mesa: 2507-3435 ou 2507-3414


    Contatos:

    Caixa Preta Produções
    (21) 2471-5117 / 9638-5619

    Links

    Karla Da Silva


    Orquestra Popular Brasil de Cara

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    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

    ENTREVISTA: Mônica Bezerra



    Mônica Bezerra, musicista (cantora, violonista e compositora) e comunicadora (locutora e publicitária). Formou-se em canto popular no Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, em Dezembro de 2007.

    Mônica encantou-me ao mostrar um 'tantinho' de seu vasto talento na Twitcam, estava lendo vários tweets comentando, mas demorei pra enfim ser mais um 'viewer',
    fiquei fascinado não somente com o talento mais com a pessoa simpática e desenvolta que é.

    Resolvi então fazer uma entrevista com ela pra mostrar pros leitores um pouco mais da artista e por consequência o seu 'Conteúdo cultural'.


    Cleyton: Mônica, começo com a pergunta: 'Por que música?'

    Mônica: Por que descobri que eu tinha talento para esta arte, então resolvi desenvolve-lo a cada dia da minha vida. Na infância também notei aptidão para as artes visuais, mas esta era beeem menor que para a música. Além disso, a música sempre me emocionou. Quando eu era pequena, escutava “Yesterday”, “Hey Jude” dos Beatles e chorava muito. Me debulhava em lágrimas com outras canções infantis também.

    Cleyton: Você tem sua individualidade musical, poderia me dizer como a formou e, em quais artistas (principais) você se inspirou nessa criação?

    Mônica: Comecei a cantar há pouco mais de 12 anos, quando ouvia Marisa Monte (a mais notável das minhas influências), sempre gostei de algumas cantoras brasileiras como Elis Regina, Rita Lee, Daniela Mercury, Paula Toller, Baby Consuelo, Fernanda Takai (Pato Fu). Além de gostar muito de MPB (Milton Nascimento, o pessoal da Tropicália - Caetano, Gil, Gal e Bethania, e muitos outros), bossa nova (Tom Jobim – foi “O” cara), sou amante do rock. Na minha adolescência ouvi muito Aerosmith, No Doubt, Silverchair, Red Hot Chilli Peppers e muitas outras bandas... Curto muito o rock brasileiro: Legião Urbana, Paralamas,Titãs (Nando Reis, Arnaldo Antunes), Pato Fu (minha maior paixão na adolescência), Kid Abelha... Quando comecei a tocar violão e a compor busquei mais referências do rock no Brasil, encontrei Secos e Molhados, Mutantes (me apaixonei). Alanis Morissete, Beatles (meu amorzinho musical: Paul McCartney – A Rita Lee e a Fernanda Takai tbm são fãs dele) também são influencias fortes na minha vida. As mais recentes: Lenine (MPB) e KT Tunstall (Folk). Devo ter esquecido de algumas.



    Cleyton: Vc se intitula na bio do twitter ''atriz amadora'', qual sua relação com essa profissão?

    Mônica: Participei de um grupo de teatro amador de 2000 a 2004. Gostaria de voltar a estudar essa arte, tenho vontade mas não encontro tempo livre.E além disso, cada canção que canto é um texto diferente que tenho que interpretar.

    Cleyton: Misturando as duas artes,... gostaria de fazer um musical? Se já fez, conte-nos sobre.

    Adoraria fazer um musical SIM! Tenho muita vontade!!! Quero estudar teatro, preciso estudar e praticar expressão corporal (pouco desenvolvida por mim).

    Cleyton: Com relação a dança, vc gosta de dançar? Pratica alguma?

    Mônica: Não tenho intimidade ainda com dança. Me sinto tímida corporalmente. Estou aprendendo coreografias bem simples agora na banda Nega Fulô, pois a outra cantora (Thais Lopes) ama dançar e está me ensinando alguns passos. Quem sabe tem uma dançarina enrustida dentro de mim que eu ainda não encontrei. (risos)

    Leia a entrevista na íntegra clicando no link abaixo:



    Fico muito grato pela entrevista, lhe desejo sucesso e espero assistir algum show seu pelo Rio e, com certeza ser sempre mais um 'viewer' na TwitCam. Cleyton Brayt


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    domingo, 12 de julho de 2009

    Programação Cultural - Entrada Franca

    Este post está sendo escrito especialmente para o "Conexão Jovem". Robson Madredeus pediu-me um post sobre Teatro, então, por que não falar sobre toda uma gama de cultura e, ainda mais Grátis? XD


    Confira então a Programação Cultural

    Créditos: Franca Cultura

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    ▬► ENCONTRO COM POETAS POPULARES E RODAS DE CANTORIA

    Sede da ABLC - Rua Leopoldo Fróes, 37 (Santa Teresa)
    Confira a programação completa CLICANDO AQUI.


    ▬► SAMBA E FEIJÃO - RECITANDO SAMBA (19/07/09 - 15 ás 17 hs.)

    SESC São João de Meriti - Av. Automóvel Clube, 66

    (clique na imagem para aumentar)

    ▬►SHOWS DA IE99 - TRIBUTO AO CENTENÁRIO CARMEN MIRANDA

    confira a programação completa e locais CLICANDO AQUI.

    ▬►PROJETO ÂMAGO - SHOWS MPB, SAMBA E SWING

    (clique na imagem para aumentar)


    ▬► CENTRO CULTURAL PROF. HORÁCIO MACEDO – UFRJ
    CINEMA, EXPOSIÇÃO, SHOW, ETC.

    Avenida Brigadeiro Trompowski S/N - Prédio do CCMN

    UFRJ - tel.: 2598-9458 / 2598-9459

    Confira a programação completa CLICANDO AQUI.

    ▬►TEMPORADA 2009 BNDES


    JULHO (música instrumental)

    02 - Wagner Tiso e Victor Biglione
    09 - Pedra Lispe
    16 - Leandro Braga
    23 - André Mehmari - "De Árvores e Valsas"
    30 - Hamilton de Holanda Quinteto - "Brasilianos 2"


    A agenda anual foi cuidadosamente definida para conformar os diversos estilos e gêneros, proporcionando espetáculos inesquecíveis para o público do Quintas.

    Endereçõ: Endereço: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES
    Auditório do BNDES
    Avenida República do Chile nº 100 Centro - Rio de Janeiro (RJ)

    Para conferir a programção do ano inteiro CLIQUE AQUI.


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    Cultura Sempre.
    Valorize.


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    E o povo todo viu!

      ©Conteúdo Cultural - Todos os direitos reservados.

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