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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Conteúdo Cultural - Objetivo

A história do BRASIL e de seu povo gira em torno de muitas diferenças: nossas crenças, cores, culturas, etc. O agregar de todas elas formaram uma cultura ímpar, e inexistente em qualquer outro lugar do mundo. Essa miscigenação e junção de culturas fez com que tenhamos na história pessoas incríveis, artistas incríveis.
Se as pessoas conhecerem nosso BRASIL, nossos artistas, as obras que de fato são boas e que não trazem somente dor e sofrimento, essas olharão e perceberão que estão perdendo tempo e se menosprezando e menosprezando o que é nosso. O conhecimento desencadeia um pensamento crítico. A crítica sem preconceito faz com que se goste do material rico que a mídia não expõe, criando sede de conhecimento inesgotável.


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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Teatro de Rua


Teatro de Rua, como o nome diz é o teatro feito na rua. A estética toda formatada para apresentações em espaços abertos, contrariando o estilo feito em espaços fechados. São manifestações artísticas populares e bem antigas que vão dos folguedos do nordeste até máscaras dos espetáculos medievais. Um dos pontos mais importantes é a interação direta que há entre os atores e as pessoas que assistem, diferente do teatro feito em casas de espetáculos, no teatro de rua existe uma maior proximidade, já que não existe sequer o palco. O professor (do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Campinas - Unicamp) Rubens José Souza Brito expressa o surgimento do teatro de rua, leia:


"Não podemos falar exatamente de rua, que ainda não existia; sem dúvida, ele nasceu no seio da comunidade, antes mesmo do estabelecimento do teatro grego. Mas é como a história do leite: a criança que nasce e cresce na capital acha que ele vem da caixinha."

Muitos pensam de maneira errada o teatro de rua, não vêem profissionalismo dos atores e acreditam que eles não têm espaço nas casas de espetáculos, O diretor João Carlos Andreazza comenta o assunto:

" O compromisso que a gente tem com o teatro de rua não é uma falta de opção, pelo contrário."

No Brasil - Celeiro nordestino

O primeiro registro de teatro de rua contemporâneo no Brasil data de 1946, uma iniciativa que envolveu nomes como Hermilo Borba Filho e Ariano Suassuna. A partir desse momento, a história de tal manifestação encontra parada obrigatória também em 1961, com a criação do Movimento de Cultura Popular (MPC), em Pernambuco – por Paulo Freire e o próprio Suassuna, entre outros –, e pelo surgimento, no mesmo ano, do Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), no Rio de Janeiro, capitaneado por Oduvaldo Vianna Filho, o Vianninha. Além destes, há o aparecimento do Grupo Tá na Rua, de Amir Haddad, e do Ventoforte, de Ilo Krugli, em 1974, também no Rio – o grupo de Ilo Krugli se mudaria, em 1981, para São Paulo, onde está até hoje –, e a criação, em 1976, do Grupo de Teatro Mambembe, numa iniciativa do Sesc São Paulo, por meio da unidade Consolação, com direção de Carlos Alberto Soffredini. Esse trabalho demandou oito meses de pesquisa em fontes fundamentais para o teatro de rua, com destaque para o circo-teatro – formado por companhias de artistas autodidatas que percorriam a periferia das grandes cidades em pavilhões de lona – e culminou na superprodução Dom Quixote de la Mancha, uma adaptação da obra de Miguel de Cervantes, com 16 atores no elenco, figurinos que misturavam influências do circo-teatro e da commedia dell’arte – gênero surgido na Europa no século 6º, famoso pelo uso de máscaras que identificavam os personagens – e uma platéia que chegava a 2 mil pesoas, segundo o professor Souza Brito.


O teatro de rua teve muitas vezes o cunho político, assim tendo 'chance' de expressar. Amir Haddad, um dos maiores nomes do teatro de rua do Brasil acredita que teatro de rua é pura expressão desses conceitos, leia:

"Eu não escolhi ao teatro como carreira. Escolhi como forma de expressão. Não escolhi como maneira de ganhar dinheiro, qual é o melhor emprego, o que é que está dando mais. Não escolhi para ser artista de televisão. Não escolhi para vencer na vida. Quando eu escolhi o teatro, eu escolhi porque era a minha forma de expressão. "

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E o povo todo viu!

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