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quinta-feira, 24 de março de 2011

Elizabeth Taylor ]LUTO]


O 'Conteúdo Cultural' está de luto pela morte da grande atriz Liz Taylor, que foi nesta quarta-feira dia 23, em Los angeles por insuficiência cardíaca, aos 79 anos. ETERNA CLEÓPATRA

O CCBB em homenagem a ela, exibe uma maratona de filmes, confira o serviço:

CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 Centro
Tel: (21) 3808-2020
De sexta a domingo das 9h às 24h
Entrada franca

Maratona Liz Taylor
Quando: 25, 26 e 27 de março

Programação:
- 25 de março - sexta-feira
Cleopatra - 1° parte às 21h
Cleopatra 2° parte às 23h

- 26 de março - sábado
Um lugar ao sol - 21h
De repente, no último verão - 23h

- 27 de março - domigo
Filme surpresa - 21h



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segunda-feira, 21 de março de 2011

27 de Março - Dia do Teatro


O dia mundial do teatro foi criado em 1961, pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI), data da inauguração do Teatro das Nações, em Paris.

Matéria - ano 2009: Dia do Circo e Dia Internacional do Teatro (27 de março)

O marco principal do surgimento do teatro foi a reunião de um grupo de pessoas em uma pedreira, que se reuniram nas proximidades de uma fogueira para se aquecer do frio.

A fogueira fazia refletir a imagem das pessoas na parede, o que levou um rapaz a se levantar e fazer gestos engraçados que se refletiam em sombras. Um texto improvisado acompanhava as imagens, trazendo a ideia de personagens fracos, fortes, oprimidos, opressores e até de Deus e do diabo, segundo conta Margarida Saraiva, da Escola Superior de Teatro e Cinema, de Portugal.

A representação existe desde os tempos primitivos, quando os homens imitavam os animais, para contar aos outros como eles eram e o que faziam, se eram bravos, se atacavam, ou seja, era a necessidade de comunicação entre os homens.

As homenagens aos deuses também favoreceram o aparecimento do teatro. Na época das colheitas da uva, as pessoas faziam encenações em agradecimento ao deus Dionísio (deus do vinho), pela boa safra de uvas colhidas, assim, sacrificavam um bode, trazendo para a comemoração os primeiros indícios da tragédia.

Os povos da Grécia antiga transformaram essas encenações em arte, criando os primeiros espaços próprios, para que fossem divulgadas suas ideias, as mitologias, agradecimentos aos vários deuses, dentre outros assuntos.

O gênero trágico foi o primeiro a aparecer, retratava o sofrimento do homem, sua luta contra a fatalidade, as causas da nobreza, numa linguagem bem rica e diversificada. Os maiores escritores da tragédia foram Sófocles e Eurípedes.

Nessa época, somente os homens podiam representar, assim, diante da necessidade de simular os papéis femininos, as primeiras máscaras foram criadas e mais tarde transformadas nas faces que representam a tragédia e a comédia; máscaras que simbolizam o teatro.

O gênero cômico surgiu para satirizar os excessos, as falsidades, as mesquinharias. Um dos principais autores de comédia foi Aristófanes, que escreveu mais de quarenta peças teatrais.

Nas primeiras representações, a comédia não foi bem vista, pois os homens da época valorizavam muito mais a tragédia, considerando-a mais rica e bonita. Somente com o surgimento da democracia, no século V a.C, a comédia passou a ser mais aceita, como forma de ridicularizar os principais fatos políticos da época.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Fonte CLIQUE AQUI


Matérias neste blog que indico para quem quer conhecer mais sobre o teatro:

Dessa vez não fiz uma matéria específica para este dia, mas como encontrei um texto que diz tudo que eu gostaria de ter escrito, coloquei a disposição de meus leitores com os devidos créditos. Cleyton Brayt

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Teatro Atual x Teatro de Revista


O Brasil foi inundado por espetáculos musicais, nos teatros vemos montagens brasileiras de peças apresentadas na Broadway, geralmente traduzidas e montadas exatamente como as originais. Essa onda fez com que a platéia teatral do Rio de Janeiro e São Paulo, principalmente, crescesse. Isso é ótimo, observando por este ângulo.

Outro gênero que se tornou popular foi a comédia Stand up. Muitos atores aderiram ao rótulo para colocar seus esquetes cômicos.

Esses gêneros viraram 'populares'. O que os brasileiros não sabem - ou fingem não saber - é que fizeram parte de um gênero que já foi popular a tempos atrás (meados do século XX), no auge do teatro no Brasil, o Teatro de Revista.

A primeira peça do gênero encenada no Brasil foi "As Surpresas do Sr. José da Piedade", de Justiniano de Figueiredo Novaes. A apresentação aconteceu em 1859, no Teatro Ginásio, no Rio de Janeiro. O teatro de Revista revelou inúmeros talentos como as vedetes, uma delas, a mais conhecida internacionalmente foi Carmen Miranda (cantora luso-brasileira, citada como identidade do Brasil entre 1930 e 1950), teve personalidades importantes como: Dercy Gonçalves, Marly Marley, Carmem Verônica, Wilza Carla, Elvira Pagã, Íris Bruzzi, Leila Diniz, Marília Pêra, Oscarito, Grande Otelo (Othelo), entre outros. Revelou também compositores como Dorival Caymmi e Noel Rosa.

Dercy Gonçalves, em apresentação.

O teatro de Revista é derivado dos vaudevilles parisienses, que eram comédias teatrais, acompanhadas de pequenos coros. Os personagens geralmente se envolviam em situações equivocadas que iam evoluindo em seu traço cômico conforme a peça se desenrolava. O autor pouco se aprofundava no aspecto psicológico dos personagens. Ele foi, inclusive chamado de 'teatro rebolado' por conta do uso da exposição da nudez e danças sensuais, esse estilo teatral não tinha texto rígido, ou seja, haviam improvisações constantes de acordo com a atualidade (assim como são construídos os textos do Stand Up). Esse tipo de teatro durou muito pouco, exatos 111 anos, mas foi nesse período que o Brasil construiu sua identidade.



Um gênero que produziu milhares de peças, centenas de canções e revelou muitas dezenas de escritores, compositores, comediantes, atores e atrizes. Os teatros onde brilharam foram quase todos demolidos.


O espetáculo não pode parar...
...é possível perceber referências à estética do Teatro de Revista na produção cultural brasileira da segunda metade do século 20 até os dias de hoje.


Teatro - Grandes espetáculos musicais, repletos de dança e sensualidade são derivados do Teatro de Revista em sua última fase, quando as vedetes imprimiam sensualidade ao espetáculo
. São inspirados nessa fase musicais como Chicago e Não Fuja da Raia, protagonizado pela atriz Cláudia Raia nos anos 90.

Cinema - O cinema brasileiro dos anos 40 absorveu características do gênero, como os quadros musicais e a sátira política. Foi para onde migraram artistas de destaque, como Grande Otelo e Oscarito, que viriam a ser os astros das chanchadas produzidas pelos estúdios Cinédia e Atlântida.

Carnaval - Os desfiles de escolas de samba no Carnaval têm em comum com a revista o caráter grandioso, a sensualidade, a estrutura narrativa em forma de quadros (as alas) e as alegorias - personificação lúdica de entidades fantasiosas.

Televisão - A partir dos anos 70, os artistas do Teatro de Revista e das chanchadas passaram a atuar em programas humorísticos na televisão que mantinham a estrutura cômica dos quadros e os tipos caricatos. Ainda durante muito tempo foi possível ver Grande Otelo, Zezé Macedo e Walter D’Ávila em programas como Escolinha do Professor Raimundo e Zorra Total, da Rede Globo, e A Praça É Nossa, do SBT. Além dos humorísticos, as telenovelas também beberam nessa fonte. É o caso, por exemplo, de Sassaricando, exibida em 1987 pela TV Globo, escrita por Silvio de Abreu e dirigida por Miguel Falabella, Ceil Thiré e Lucas Bueno. A música de abertura, Sassaricando, composta por Candeias e Jota Júnior, fez enorme sucesso como parte da trilha da peça Eu Quero Sassaricar, de Walter Pinto.


Vamos ao teatro! | Foquemos no brasileiro!


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E o povo todo viu!

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