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sábado, 24 de outubro de 2009

Revolta sobre o "Cachet Teste"


Estava lendo os e-mal's que recebo do grupo "Banco de Atores" da Yahoo e, me deparei com forte revolta movida a partir deste texto enviado por nascibeckerr :

Me entristece todas as vezes que chego em comunidades do orkut e me deparo com anúncios solicitando trabalho de atores sem qualquer tipo de remuneração e, muitas vezes ignorando o mínimo necessário para que você possa fazer seu trabalho dignamente. Como se nós atores não tivéssemos contas a pagar e fizéssemos tudo por hobby. Sou artista/ator profissional, vivo do meu trabalho,um artista que estuda muito e procura fazer o seu trabalho cada vez melhor. Minha profissão é como qualquer outra, exige estudo, dedicação e disciplina. Porque alguém passaria horas estudando um texto, horas repetindo o mesmo movimento e, horas e horas tentando encontrar a melhor maneira de dizer uma frase? Porque alguém gastaria seu tempo em pesquisas, aulas de corpo, de canto, dança, se isso não fosse fundamental em sua vida?
Portanto respeitem o meu trabalho, ele é tão importante quanto o seu.
Penso que esse tipo de anúncio existe porque com certeza há sempre quem aceita tais condições. É hora da classe acordar e dar um basta nisso. Ok, se você aceita é um problema seu, mas penso que se você é profissional e da valor ao seu trabalho não se propõe a isso.É por isso que admiro a classe músical, os músicos nesse quesito são muito mais profissionais e unidos.

P.S. POSTEI ESSE MEU MANISFESTO EM ALGUMAS COMUNIDADES DE ATORES DO ORKUT E EM UMA DELAS A COMUNIDADE "TESTES-TEATRO, TV E CINEMA" QUE TEM COMO DONO O SR. BRUNO HERBSTRITH E MODERADORES GUILHERME E DOUGLAS E FUI EXPULSO DA COMUNIDADE. REALMENTE NAO ENTENDI PORQUE ATITUDE... SERÁ QUE ELES SAO ARTISTAS? ACHO Q NAO...PESSOAS ASSIM MODERANDO UMA COMUNIDADE QUE SE DIZ SER DE ATORES E IR CONTRA MINHA SOLICITAÇÃO E MANIFESTACAO ESTA INDO CONTRA TODA A CLASSE QUE PREZA SEU TRABALHO.LEVAMOS TANTO TEMPO PRA QUE A PROFISSÃO FOSSE RECONHECIDA E RESPEITADA, MAS TÔ VENDO QUE AINDA FALTA MUITO A SER FEITO. É MUITO TRISTE TUDO ISSO, SÓ TENHO A LAMENTAR.


A Partir deste escrito, outras pessoas escreveram, como o Sidney Cirillo e Alexandre Paro. Veja:


Infelizmente, meu caro amigo a culpa de tudo isso é dos próprios atores...que não tem vergonha na cara e vão fazer teste,por ex; sem receber o cachet teste.
Eu já tô cansado desses monte de BaBacas...mas o que fazer,se eles não se dão o devido valor? me add no seu orkut e vamos conversando!
Abraços Sidney Cirillo

( contato: cirilloeventos@yahoo.com.br)

Acabei de desligar o telefone negando o teste de um trabalho de R$ 3.000,00.... .... (PROPAGANDA DE CERVEJA )

justamente pq não tinha o cachê teste....e tenho contas a pagar, e engraçado que estou negativo no banco..!!!!! !!

mais se não tomarmos uma atitude já, vai virar festa isso p qualquer ARTISTA.

abr Alexandre Paro

Realmente nem sei o que dizer, pois de um lado está os atores que precisam de "grana" e vêem num teste, mesmo sem cachet teste, uma oportunidade de trabalho e, por outro, vem a falta de legalidade nisso tudo, afinal se é de direito dos trabalhadores de receber por seu trabalho em teste, DEVIAM RECEBER. Não vejo uma maneira eficaz de impedir esse tipo de ilegalidade, a não ser na forma de protesto dos atores. Mas será que vão protestar? Será que irão contra as empresas produtoras? Ou será que vão continuar assim, porque é assim que funciona o sitema?

Cleyton Brayt


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Iª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA

Iª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA

A Secretaria Municipal de Cultura realiza no dias 24 e 25 de outubro de 2009, no Palácio Gustavo Capanema, a I Conferência Municipal de Cultura, com vistas à criação conjunta de Políticas Públicas de Cultura e à elaboração de um Plano Municipal de Cultura. A I Conferência também vai debater o Sistema Nacional de Cultura, que reunirá todos os órgãos e as instituições da área nos três níveis de governo - Município, Estado e União - e traçará políticas e estratégias comuns para os próximos dez anos.

São convidados a participar todos os protagonistas da cultura: artistas, produtores, gestores, investidores e consumidores, para que se valorizem a diversidade das expressões e o pluralismo das opiniões em nosso município. Estas discussões formularão também propostas para as conferências Estadual e Nacional de Cultura, que discutirão diretrizes, estratégias e políticas públicas para a próxima década. Serão eleitos delegados à Conferência Estadual, na proporção de um terço do poder público e dois terços da sociedade civil (um terço de artistas, produtores e investidores e um terço de consumidores de cultura).

Foram realizadas onze pré-conferências por regiões da cidade e quem participou das pré-conferências está automaticamente inscrito na I Conferência Municipal de Cultura, que vai também indicar delegados à Conferência Estadual de Cultura.
As discussões giram em torno de cinco eixos propostos pelo Ministério da Cultura: Produção Simbólica e Diversidade cultural, Cultura, Cidade e Cidadania, Cultura e Desenvolvimento Sustentável, Cultura e Economia Criativa e Gestão e Institucionalidade da Cultura.

I Conferência Municipal de Cultura do Rio de Janeiro
Data: 24 e 25 de outubro de 2009 (sábado e domingo)
Horário: das 8 às 17 horas
Local: Auditório Gilberto Freyre - Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 - sobreloja
Centro (próximo à Rua Araújo Porto Alegre)


I Conferência Estadual de Cultura
Data: novembro de 2009


II Conferência Nacional de Cultura
Data: 11 a 14 de março de 2010
Local: Brasília


Download's:



Fonte: Rio Gov

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fernanda Montenegro ganha livro da Coleção Aplauso



Fernanda Montenegro que fez 80 anos no dia 16 de outubro, ganha livro da Coleção Aplauso. O lançamento será no dia 28/10, durante a Mostra de Cinema de São Paulo

FERNANDA MONTENEGRO, UMA DAS MAIS IMPORTANTES ATRIZES BRASILEIRAS, MOSTRA SEU ENGAJAMENTO NA ARTE EM NOVO LIVRO DA COLEÇÃO APLAUSO

A trajetória no rádio, na televisão, no teatro e no cinema de uma das maiores atrizes brasileiras é recontada em "Fernanda Montenegro – A Defesa do Mistério" pela jornalista e crítica de cinema Neusa Barbosa. O perfil de Fernanda Montenegro integra a Coleção Aplauso, editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, e será lançado no dia 28 de outubro, às 19 horas, durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Sobre Fernanda Montenegro, há um universo a dizer. Mas ter tanto o que falar sobre ela é, por paradoxo, o que torna mais difícil contar sua trajetória. Segundo Neusa Barbosa, autora de "Fernanda Montenegro – A Defesa do Mistério", muita coisa é ou já foi dita sobre a grande atriz em jornais, revistas, rádios e televisão. O depoimento para este volume da Coleção Aplauso, construído por "uma memória impecável, lucidez constante, ética profissional que a leva sempre a compartilhar as próprias conquistas com os colegas e um inatacável orgulho profissional" , traça um perfil da atriz por meio da expressiva densidade poética de sua voz. O lançamento será no dia 28 de outubro, às 19 horas, na grande festa da Coleção Aplauso durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, no Shopping Frei Caneca (4º andar), em São Paulo. Além de sua biografia, outros 39 títulos da Aplauso serão lançados.

Os números que envolvem Fernanda Montenegro são expressivos: quase 60 anos de teatro e TV, mais de 200 teleteatros, 56 peças, 20 novelas e 16 filmes. Por enquanto, porque a atriz que completa 80 anos em outubro deste ano não pensa em parar. A carreira começou aos poucos: primeiro um curso de radialistas na Rádio do Ministério da Educação e Cultura, em 1945. Dois meses depois, a admissão na rádio e o trabalho como locutora, apresentando uma programação musical e a literatura brasileira. Em 1950, foi para a televisão fazer um esquete e foi contratada por dois anos – criou-se na TV Tupi do Rio de Janeiro ciclos de teatro brasileiro e universal. "Juntando rádio e TV, fui me entrosando na literatura dramática e aprendendo meu ofício. Por onde a vida foi me levando, eu fui me formando", conta.

No teatro, apresentou-se aos 8 anos em um dramalhão chamado Os Dois Sargentos, apresentado na paróquia que frequentava no subúrbio do Rio. Depois, aos 16, preencheu um personagem de menos importância na peça Natacha que colegas da faculdade de Direito estavam montando. Em 1950, aos 21 anos, fez um papel pequeno em Altitude 3.200, produzida por Maria Jacinta; atuação que lhe rendeu o convite à televisão. A TV foi, aos poucos, dando tempo para sua família se acostumar com sua profissão de atriz.

À época, Fernanda já era Fernanda. Nasceu Arlette Pinheiro Esteves da Silva, em 1929, e na Rádio MEC passou a assinar os programas culturais que escrevia como Fernanda Montenegro. "Para mim, era um nome que tinha um certo humor dentro dele. Tinha alguma semelhança com Conde de Monte Cristo". Ela conta que foi só "no meio do caminho" que Fernando Torres, o marido com quem foi casada desde 1953, descobriu que ela era Arlette, e não Fernanda. Mas só a mãe e as irmãs continuaram chamando-a pelo nome de batismo.

Depois de mais algumas peças ainda no Rio de Janeiro, Fernanda juntou-se aos Artistas Unidos, com Madame Henriette Morineau – "uma grande mestra" – e em 54 chegou a São Paulo, onde ficou até 1959, vivendo a grande estrutura teatral da capital paulista, impulsionada pelo Teatro Brasileiro de Comédia. "A vida teatral em São Paulo fervilhava", conta. "Muitas companhias de teatro, de cinema, de dança, movimentos de artes plásticas, editoras". Em "Fernanda Montenegro – A Defesa do Mistério", a atriz fala com paixão do ambiente cultural que a formou, tanto no Rio de Janeiro, na efervescência da Cinelândia, quanto em São Paulo, envolvida com os grupos de teatro e Dulcina de Morais. "Como atriz, eu me formei vendo o teatro carioca, mas me estruturei nos cinco anos em que vivemos em São Paulo".


Fernanda prossegue sua narrativa detendo-se nos anos iniciais da carreira e na relação com as companhias de teatro. Fala do Teatro dos 7, companhia que montou com Ítalo Rossi, Fernando Torres, Sérgio Britto, Gianni Ratto, sua esposa, Luciana Petrucelli e Alfredo Souto de Almeida, um amigo diretor. Com eles, encenou perto de 400 teletextos, ao longo de nove anos da TV Tupi, e, entre muitas outras peças, O Beijo No Asfalto, que Nelson Rodrigues fez para o grupo. "Uma experiência rica, única, fundamental para minha vida e a do Fernando. Amadurecemos como artistas e como cidadãos", fala a respeito da companhia.

Os anos turbulentos da ditadura militar, com repressão e ameaças de atentados, e as questões financeiras para produção dos espetáculos também são contemplados pela atriz. Ela dedica ainda especial atenção à sua carreira no cinema. Confessa nunca ter se interessado por fazer filmes, mas ainda assim ter participado de algumas produções, como A Falecida, Pecado Mortal, Eles Não Usam Black Tie, O Que é Isso, Companheiro? . "Aí veio Central do Brasil", diz. "Central do Brasil foi uma experiência única na minha vida". Fernanda fala da recepção ao filme, das viagens para divulgação e premiação. Entre elas, o Oscar, para o qual foi indicada como Melhor Atriz – "Uma coisa que eu não sou é alienada, portanto, eu sabia que não ganharia nada. Imagina. Eu estar ali já era um fenômeno" –, e, mais importante que essa, o Festival de Berlim. "Até ali, eu não tinha visto o filme em tela grande. Fui assisti-lo pela primeira vez em tela grande lá, junto com a plateia. E o filme se revelou ali para nós também. Berlim foi um acontecimento" .

O cinema, uma guinada inesperada e importante em sua vida, ganha espaço para reflexão, junto com pensamentos a respeito dos processos de trabalho em outros meios. Ao fim e ao cabo, Fernanda levanta pontos importantes de discussão sobre a arte no Brasil hoje, ancorada em sua vasta experiência na TV e nos palcos. Considera ter "uma experiência de vida interessante" , mas diz que "nunca pensei em escrever uma autobiografia. Porque é como nas entrevistas: se me perguntam, eu falo, do contrário, me calo".


Sobre a autora
Neusa Barbosa é jornalista. Lançou, pela Coleção Aplauso, "Rodolfo Nanni – Um realizador persistente" e "John Hebert – Um gentleman no palco e na vida".

Créditos: Amilton
e-mail: amiltonferreira1@yahoo.com.br

CB
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Festival de Teatro de Curitiba 2010

O Festival de Curitiba 2010 está com cadastros abertos para a Mostra Fringe.


A 12ª edição do Fringe traz uma novidade importante. Os espaços culturais

terão autonomia para agendar as peças, datas e horários, de acordo com o

público e a linha teatral.

Segundo o diretor Leandro Knopfholz. (Conheça um pouco sobre o diretor do Festival CLICANDO AQUI.)

O objetivo da organização do evento é reunir linhas conceituais e artísticas

em determinados espaços, além de estabelecer condições para que a progra-

mação da mostra seja feita pela administração de cada teatro.

Os espaços também poderão negociar diretamente com as companhias os

percentuais de bilheteria e o número de apresentações.


Os projetos podem ser cadastrados pelo site Fringe
até o dia 30 de novembro.



O Festival de Curitiba está acontece de 16 a 28 de março de 2010.


Créditos:
Ruy Jobim Neto
Cia. Mestremundo de Histórias

SITE


"O Festival de Teatro de Curitiba vai dar atenção especial aos espetáculos do Fringe, a mostra paralela, na edição de 2010. Ao menos foi a promessa dos organizadores, ao término da 18ª edição do festival, domingo, 29 de março."

Segundo o Site de jornalismo da Terra (CONFIRA), a mostra da Fringe terá apoio especial, hora para os grupos e companhias de teatro ficarem atentos para novas oportunidades que surgem... espero ter mais notícias sobre isso e passar adiante pra vocês.

O Festival de Teatro de Curitiba é um dos mais importantes do país, levando a massa artística para uma celebração teatral. Obviamente tem uns desastres que ocorrem,... andava vendo uns posts pela blogosfera e vi cada crítica, que eu "prefiro nem comentar", como diz a Copélia. Levando em consideração a importância disso, vamos todos recorrer ao crescimento do teatro nesse país que quase sempre não é valorizada a cultura.


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CB



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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

1ª Conferência Municipal de Cultura


A Cultura Não Pode Faltar

Propostas para as Conferêcias Municipais de Cultura


1 ) Integração das políticas municipais com as política do Governo Federal e Estadual: imediata, propositiva e incondicional adesão do município ao Sistema Nacional de cultura; com orçamento próprio para os órgãos gestores específicos de no mínimo 1% e fomento ao público, artistas e produtores culturais.

2) Definição de políticas claras, democráticas e de estado para a rede municipal de equipamentos culturais: teatros, centros culturais, lonas culturais etc, com criação de editais transparentes e que contemplem a diversidade cultural;

3) Potencializar a ação cultural do poder público municipal, estadual e federal no município e estabelecer parcerias com o Sesc, o Senac, o Sebrae, as fundações privadas e as ONGs culturais que atuam na cidade.

4) Estimular a capacitação, qualificação e formação de agentes e gestores culturais, e arte educadores no desenvolvimento do campo das artes nas interfaces com a educação, saúde, meio-ambiente e turismo.

5) Estabelecer programas de valorização das manifestações culturais populares; por meio da disponibilização de recursos específicos e da criação de concursos e festivais que incentivem expressões culturais tais como o jongo, samba, choro, quadrilhas juninas, grafite, entre outras.

6) Incluir de forma significativa a questão cultural nos planos de desenvolvimento municipal - leis orgânicas, planos diretores, orçamento participativo, diretrizes orçamentárias, fóruns de reforma urbana, etc.

7) Conjugar as políticas públicas com as demais políticas de governo, realizando as ações conjuntas entre a Secretaria da Cultura e os demais órgãos governamentais, garantindo assim a transversalidade.

8) Ampliar o acesso aos bens e serviços culturais da cidade, através da criação de novos equipamentos culturais, da distribuição de ingressos para eventos e espetáculos culturais apoiados pela Prefeitura, do uso dos espaços públicos como a escola, a praça, a quadra de esporte como espaços culturais e da disponibilização de conteúdos para rádios e televisões comunitárias.

9) Implementar a política afirmativa, através de programas, ações e gestão de equipamentos culturais, para reduzir discriminações de raça, gênero, idade, condição social e outras.

10) Estimular no planejamento de ações culturais, o mapeamento de setores organizados (fóruns, sindicatos de artistas e técnicos, sindicatos dos músicos, conselhos profissionais), das novas formas de fazer cultural (ong´s diversas, movimentos de juventude – hip-hop, grafiteiros, funk, pré-vestibulares comunitários, grupos ambientalistas, entre outros) e da cidadania coletiva.

11) Criar políticas culturais específicas para pessoas portadoras de deficiências, crianças e jovens, especialmente os que vivem em situação de risco, através de criação de equipamentos públicos que promovam a inclusão tecnológica e cultural e possibilitem sua inserção no mercado formal de trabalho.

12) Desenvolver uma política de preservação do patrimônio cultural e natural, que além preservar, desenvolva a difusão da memória social e o conhecimento e se integre às atividades da vida cotidiana.

13) Valorizar os trabalhadores da cultura, reconhecendo o papel fundamental do setor na economia como gerador de emprego e renda. Apoiar a classe na luta por ações previdenciárias específicas.


Mais Informações. Clique Aqui!



(Em breve, novos posts falando sobre o assunto)

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CB

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E o povo todo viu!

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